GUIMARÃES PALÁCIO DE VILA FLOR

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O Palácio de Vila Flor foi residência aristocratica, mandada construir por Tadeu Luís Fonseca e Camões, fidalgo da Casa Real, em 1759. Foi mecenas da Academia Vimaranense, e autor de vários livros. Em 1852, quando Guimarães foi elevada a cidade, o seu proprietário Conde de Arrochela, aqui recebeu a rainha D.Maria II, o rei D.Fenando II, o principe real (futuro D.Pedro V) e o duque do Porto (futuro rei D.Luis). Em 1891 a casa é adquirida pelo gerente e impulsionador da Companhia de Caminhos de Ferro de Guimarães, António de Moura Soares Veloso. Nesta casa foi festejada a inauguração da linha de férrea em 1884, e nesse mesmo ano, a primeira Exposição Industrial de Guimarães. O palácio seria posteriormente adquirido por Bernardino Jordão, Concessionário da United Light and Power Supply, que viria a inaugurar em 1909, a central fornecedora de luz eléctrica a Guimarães. Após a sua morte, seus filhos projectaram a conversão do Palácio de Vila Flor num Hotel, construiram a ala poente, mas acabariam por vender o edificio. Em 1976 o Palácio foi adquirido pela Municipio de Guimarães, que aqui instalou o Polo de Guimarães da Universidade do Minho. Aqui foi criado o Centro Cultural Vila Flor, com dois auditórios, areas de exposição, restaurante e estacionamento.
A fachada nascente tem entre as janelas esculturas dos primeiros reis de Portugal. Os jardins do Palácio mantiveram-se intactos: jrdins de buxo, camélias e redodendros, distribuidos em socalcos ligados por escadas, cercados por uma balaustrada com elementos decorativos como azulejos do séc. XVII.